Sexo amador brasileira mulata bastante gostosinha metendo gostoso na xoxota com ex-marido do leme – rj

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Sexo amador brasileira mulata bastante gostosinha metendo gostoso na xoxota com ex-marido do leme – rj

Sexo amador brasileira mulata bastante gostosinha metendo gostoso na xoxota com ex-marido do leme – rj

"Ola meu nome é Adson tenho 18 anos um pau em cerca de 18,7 cm e é bem grosso bom minha mãe e uma mulher de 38 anos tem uma bunda bem grande e um peito maravilhoso isso aconteceu num certo dia q minha mae estava estranha e ficava o tempo todo no quarto quando foi a noite eu ouvi ela gemendo eu pensei q ela tava passando mal quando entrei ela tava se masturbando aquela sena de uma mulata toda molhada com dois dedinho na bucetinha q maravilha de mulher ela tomo um susto quando me viu e grito mandado q eu sai se do quarto eu sai e fiquei no meu quarto pensando nela na hora ninguém lembra q era sua mãe eu nunca desejei tanto uma mulher,eu custumo dormi só de cueca enquanto eu tava dormindo eu senti uma sensação muito gostosa no meu pau eu pensei q tava sonhado mais tava tão gostoso q eu pensei comigo não pode ser um sonho ate abri os olhos e ver aquela sena de uma mulher chupando meu pau não acretitei fiquei em estado de choque ai minha mãe disse,filho desculpa a mãe te gritado com vc e q a mãe ficou muito tempo sem si satisfazer e a mãe presisava disso,eu rir e ela falo q não sabia um jeito de mi desculpa então entrei no quarto e vi essa piroca maravilhosa a mãe não se siguro vc deixa a mãe usa essa piroca pra mi satisfazer,eu balançei a cabeça…O resto da historia conto na próxima vez essepero q gostem pq essa história tem um ótimo final-FILHO DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA. Ele queria que fizesse um filme erótico amador, onde ele seria o diretor e câmera, e eu seria sua atriz principal. O que era aquilo! Seu filho tinha um pinto que pareceu a ela gigantesco, pois o que ela conhecera antes, de seu ex-marido, devia ser a metade do que o filho tinha. Marcela ficou de frente pra ele, ele não tirava os olhos dela, conversa vai e vém, muita caipirinha e cerveja tudo animado ja pela bebida, ele chama ela novamente pra dançar, Marcela se levanta e sai com ele, desapareceram na multidão dançando, demoraram bastante eu ja tava ansioso, só esperando, quando voltam Marcela querendo se recompor, sem batom pega a bolsa e me chama para ir ao banheiro, acompanhei no caminho me deu sua calcinha toda melada de esperma, entrou no banheiro e quando voltou me disse amor, começamos a dançar ele me puxou e me deu um beijo de lingua, não aguentei e agarrei ele também fomos para um escurinho ele queria meter em mim, não deixei mais tirei o pau dele pra fora, começei a punheta-lo, ele meteu a mão na minha xaninha por cima da calcinha então tirei a calcinha e ele meteu o dedo nela, amor gozei no dedo dele ai punhetei ele ate ele gozar na minha calcinha pois não ia dar pra ele sem camisinha, agora amor quero ir pro hotel dar uma contigo, estou com as pernas bambas, assim fizemos, chupei a xaninha dela, passei um hidrante nela pois a xaninha estava vermelha dele forçar com o dedo, dormimos no outro dia no café ja bem ambientados com eles tomamos o café juntos. Era de descendência brasileira, pele morena (café com leite), bonita, cabelo encaracolada e negro, elegante, com uma bunda saídinha e curvilínea tanto para fora como nos lados, pernas compridas mas grossas que estreitavam desde as coxas bem compostas até aos tornozelos delicados. Ela tinha um rabo muito gostoso, a xoxota lisinha e ensopada, toda molhadinha de tesão. Quando estava sozinho com ela em casa eu a chamei para minha sala, no começo eu fiquei pelado é como sempre fiz ela passar a língua bem botãozinho no meu pau e na minhas bolas, me deixando muito excitado, enquanto ela fazia isso eu ia acariciando ela louquinho para foder aquela buceta gostosa que eu tanto cuidei e limpei tantas vezes, pois é, quando eu já estava morrendo de tesão eu a peguei e fui dando beijinhos nela para agradar até colocar ela empinadinha pra mim no sofá, ela me olhava como se quisesse dizer “finalmente você vai me comer gostoso né papai?” Ela piscava o cuzinho e mexia a bucetinha de um jeito excitante para mim, foi ai que eu a masturbeu e comecei abrir caminho com meus dedos para que depois eu pudesse colocar meu pau bem fundo, ela me olhava de um jeitinho lindo e era perceptivo que ela estava amando aquilo é estava extremamente excitada também assim como eu, bom eu fui colocando meu pau de vagarinho nela até conseguir meter tudo, eu segurava o quadril dela pra que pudesse terminar de colocar foi tão gostoso a primeira entrada pq ela estava quentinha e sim já estava molhadinha quase gozando, eu comecei fazer os movimentos de vai e vem metendo bem gostoso e cada vez mais fundo e com força, estava um tesão louco comer minha Dálmata de 4 e meu Pinto deslizava lisinho na buceta dela como se eu tivesse passado lubrificante, mas não, o único lubrificante era o gozo dela, bom eu continuei metendo até que resolvi fazer Éka deitar de ladinho comigo, bom a palavra “fazer” é um pouco forte pq eu fui virando e ela foi virando junto como se quisesse que eu a comece de ladinho, foi ai que eu comecei a caríciar de novo sem parar de meter, fui dando beijinhos nela e a deixando bem relaxada, estava muito gostoso e eu já tinha perdido a noção do tempo mas nada mais importava pq o prazer estava demais, eu comecei a colocar e tirar meu Pinto de dentro da buceta dela até que eu resolvi comer também o cu dela, eu fui metendo e metendo e metendo com tanta vontade que estava a ponto de gozar já, mas como meu fetiche ainda não tinha acabado e minha vontade era poder gozar dentro dela, eu já estava quente, suando e delirando de prazer, eu continuei com o ato até não aguentar mais e gozar bem gostoso naquele cuzinho maravilhoso, após isso eu fui tirando meu pau de vagar e pode ver aquela goza maravilhosa no vizinho dela, eu sorri e olhei pra ela fazendo carrinhos e ela me olhava como se quisesse me agradecer, logo após ela passou a língua novamente no meu pau e só depois fui lamber a própria buceta e seu cu (típico de cachorro mesmo). De uns 4 anos pra cá, ela já com seus 25 aninhos, comecei a perceber que ela tinha umas “brincadeirinhas” gostosinhas comigo, tipo: me dando leves beliscões, abraços mais apertados que o suficiente ao se encontrar comigo, fazendo com que eu sentisse os seios volumosos esfregando em meu peito, até que um dia estávamos num churrasco de familia, ela passou por tras de mim e me deu uma tapinha na bunda, onde eu mais que depressa lhe disse: ” isso me dá o direito de também bater na sua” e a safadinha respondeu: “voce não faz porque não quer…” Ahhh, pensei comgigo,voce num deveria ter falado isso… pois a partir desse dia comecei a alimentar essas brincadeirinhas sem deixar que ninguem da familia percebesse o que rolava entre agente.

Já eu não conseguia tirar os olhos daquela tora na minha mão, latejando e babando, fazendo o barulhinho gostoso e melado da punheta.